Acredito que a vida da gente é feita de altos e baixos. Bons momentos que nos fazem felizes e momentos que conseguem nos colocar para baixo... Na verdade, cada dia mais vejo que vivemos pequenos pedaços de felicidades que nos torna uma pessoa feliz e alegre.
O mito da felicidade contínua e eterna nos persegue e parece sempre que o próximo é mais feliz... Afinal, somos acostumados a “achar a grama do vizinho mais verde”. É mais verde porque é isso que ele mostra, mas será que todos sabem a dificuldade e angústias que existem para se manter esse lindo jardim?
Fiquei pensando nisso depois que uma grande amiga que amo muito e agora está morando longe me enviou uma mensagem no Facebook falando: “E desde quando tens astral pra baixo?”. Mas tenho meus momentos baixo astral, como todo ser humano, e cada dia mais vejo que como lidamos com esse momento é que determina a nossa capacidade de “ser feliz”.
E por coincidência, eu tinha lido um conto muito bacana que nos faz refletir que a nossa felicidade só depende de nós mesmo. Gostei tanto da história que quis dividir com vocês...
"Nos tempos remotos, durante a criação da Terra, estavam os deuses hindus reunidos em assembléia para decidir um importante assunto. Estavam preocupados porque queriam esconder o segredo da felicidade para que os mortais não o pudessem descobrir, pois queriam conservá-lo só para si.
Shiva achava que o deviam guardar no mais profundo dos oceanos, mas Brahma, que havia a convocado a assembleia, recordou-lhe que os mares poderiam secar.
Sugeriram deixar o segredo no fundo do vulcão mais tenebroso, mas outra vez Brahma se negou, porque os vulcões também poderíam se apagar.
Indra, rei dos semideuses, propôs guardar o segredo nos céus, mas também não foi ouvido, já que, disseram os outros, algum dia um mortal poderia voar como um pássaro.
Depois de anos inteiros de discussões, Brahma se pronunciou e , muito solenemente, disse aos outros deuses: “Já tomei uma decisão. Vamos guardar nosso segredo em um lugar no qual os mortais jamais procurariam”. “Onde, meu filho?”, perguntou Sarasvati, e Brahma, seu filho e esposo, respondeu: “Nós o esconderemos dentro deles mesmos”.
Amei essa história! Acho que é bem por aí... Nossa felicidade e nosso sucesso só dependem de nós e já estão no nosso inteiror; só precissamos dá-los à luz, deixar nascer...
E para finalizar, que tal um momentinho de felicidade relembrando nossa infância?
Juju acredita que, apesar das dificuldades, a vida ainda é um doce mel...










